domingo, 24 de novembro de 2019

ENTRELAÇANDO AS IDEIAS COM OS AUTORES


Com o foco na questão do idoso e na visão do modelo de educação centrada no processo de natureza endógena, centrado também na pessoa e com ênfase no processo em contínua evolução, onde, segundo Freire (1979), "a educação é práxis, reflexão e ação do homem sobre o mundo para transformá-lo", podemos entender que não é o simples fato em favorecer a inclusão digital, mas sim, propor uma reflexão e a criticidade da sua ação por meio dos dispositivos digitais móveis. Desta maneira, o grau de participação assegurado ao educando é elevado ao máximo, a formação da criticidade e as chances de criatividade são altamente estimuladas. O tipo de informação que orienta o processo é baseado na comunicação/diálogo, portanto pode-se falar de uma abordagem dialógica, com grandes oportunidades de interatividade tanto nas relações educador-educando, quanto nas relações educando-educando. Assim, no dizer de Kaplun (2002), “já não se trata de uma educação para informar (e muito menos para conformar comportamentos), mas de uma educação que busca FORMAR as pessoas e levá-las a TRANSFORMAR sua realidade”.
Fonte:Alunas do curso de Tecnologias Móveis/UNCISATI/UNCISAL

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