Com o foco na questão do idoso e na visão do modelo de
educação centrada no processo de natureza endógena, centrado também na pessoa e
com ênfase no processo em contínua evolução, onde, segundo Freire (1979),
"a educação é práxis, reflexão e ação do homem sobre o mundo para
transformá-lo", podemos entender que não é o simples fato em favorecer a
inclusão digital, mas sim, propor uma reflexão e a criticidade da sua ação por
meio dos dispositivos digitais móveis. Desta maneira, o grau de participação assegurado ao educando é elevado ao
máximo, a formação da criticidade
e as chances de criatividade
são altamente estimuladas. O tipo de informação que orienta o
processo é baseado na comunicação/diálogo, portanto pode-se falar de uma
abordagem dialógica, com grandes oportunidades de interatividade tanto nas
relações educador-educando, quanto nas relações educando-educando. Assim, no
dizer de Kaplun (2002), “já não se trata de uma educação para informar (e muito
menos para conformar comportamentos), mas de uma educação que busca FORMAR as
pessoas e levá-las a TRANSFORMAR sua realidade”.
Fonte:Alunas do curso de Tecnologias Móveis/UNCISATI/UNCISAL
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